Fabricantes de molhos de tomate mudam fórmulas e não informam o consumidor

26 de novembro de 2016

#Consumidor


As fabricantes de conservas Cargill Agrícola e Heinz Brasil alteraram as fórmulas de suas principais linhas de molhos de tomate, das marcas Pomarola e Tarantella da primeira, e da marca Quero, da segunda.

A principal alteração consistiu na adição de conservadores, após um período em que as fabricantes exploraram a inexistência dos mesmos em tais produtos, estimulando o seu consumo como um produto natural. Já a Heinz foi mais além, sem qualquer aviso, retirou os pedaços de tomate de seu molho tradicional, o mais vendido da marca, bem como retirou ingredientes por duas ocasiões. Veja as diferenças:


Praticamente idênticos, a nova embalagem destaca o quadro informativo de sabor,
para não chamar a atenção a mudança da qualidade do produto, que perdeu
os pedaços de tomate, conforme visto na embalagem antiga, a esquerda.

Quase iguais, a alteração de embalagem passa despercebida pelo consumidor.
Não existem avisos sobre a alteração dos ingredientes.

A esquerda, a formula quase original, sem conservadores, enquanto
a direita, com a nova fórmula, sem diversos ingredientes naturais e com conservante.

Observe que o primeiro pacote já mostra que a formulação do produto foi mudando aos poucos. Quando relançado nesta nova embalagem, o produto continha até Aipo Marrom continha. E o site da marca sequer foi atualizado com as novas informações, levando o consumidor a crer que ao adquirir o molho da marca Quero, está levando um produto mais natural e com mais ingredientes que o real:




Infelizmente grande parte dos fabricantes de alimentos do Brasil estão deixando e muito a desejar, reduzindo drasticamente a qualidade dos produtos comercializados, sem qualquer aviso ao consumidor final, que continua pagando igual ou mais pelo produto, agora inferior.


Matéria: Dimithri Vargas

Mondelez altera fórmula de bombons da Lacta

#Consumidor


Redução da quantidade e da qualidade.
A mudança foi para pior.
Após nova redução da caixa de bombons "Grandes Sucessos" da Lacta, que um dia foi de 500 g, havia fixado em 400 g por anos, ano passado reduzida para 332 g e agora tem 302 g, contando com um mix pouco sortido (diga adeus aos clássicos Shot, Lancy, Amendoim, Confeti e outros), a Mondelez desmereceu o consumidor brasileiro, alterando a fórmula de seus bombons de sucesso Sonho de Valsa (incluindo versão Mais), Ouro Branco e Amandita. A nova fórmula RETIROU o chocolate ao leite da composição, substituindo por Cobertura de Gordura Vegetal Hidrogenada, nos sabores chocolate e chocolate branco, a depender da versão.

Até o final de 2014, este era o mix da caixa Lacta,
enquanto a fabricante ainda era parte da extinta Kraft Foods. 

A alteração da qualidade foi nítida, onde agora o produto ficou com um aspecto mais brilhoso, e com sabor artificial.

A queda na qualidade dos gêneros alimentícios no Brasil tem sido contínua, e inicialmente já havia afetado os bombons da Garoto, mas agora atingiu em cheio a marca reconhecida por ainda produzir bons chocolates dentre as marcas de alto volume, o que é uma vergonha para o fabricante, que sequer foi transparente com o fato, abusando de letras miúdas nas embalagens.

Em nível equivalente a nova qualidade dos bombons Lacta, temos várias marcas mais baratas e menos famosas, como a Bel, que custa até um terço do preço.

Resta ao consumidor brasileiro, mais uma vez procurar alternativas melhores e infelizmente mais caras, para ter acesso ao verdadeiro chocolate.


Matéria: Dimithri Vargas

   

Óleo de Soja Leve livre de transgênicos volta as gondolas com nova embalagem

16 de junho de 2016

#Alimentos #Consumo #Ecologia


A marca de óleo de soja Leve, que fez sua fama por ter sido a principal marca de oleaginosas livre de transgênicos, que havia sumido do mercado nacional ao longo do ano de 2015, e voltou a distribuir no mercado nacional a sua linha de óleos livre de transgênicos.

Rebatizada de Leve + Saúde, o novo óleo de soja Leve, segue com as mesmas certificações anteriores, e em embalagem diferenciada, que destaca o produto no ponto de venda. Seu preço é cerca de 10% superior a versão oriunda de sementes transgênicas, que assumiu a embalagem anterior.

Resta saber se a Imcopa irá recuperar sua credibilidade junto ao consumidor brasileiro, haja vista também envasar o novo produto na mesma unidade fabricante do produto derivado de soja transgênica, e não se preocupar em fazer uma campanha de relançamento da linha e a colocação em todos os pontos de venda.

Óleo de Soja Leve não transgênico some das prateleiras e Óleo Sinhá agora é transgênico

6 de março de 2016

#Alimentos #Consumo #Ecologia


Passados aproximadamente um ano e cinco meses de nossa matéria a respeito da chegada do óleo de soja Leve transgênico, percebemos o fim da linha livre de transgênico, que não chega mais as gondolas dos grandes supermercados e dos pequenos mercados há mais de seis meses.

Ao notar a chegada da nova embalagem do óleo Leve transgênico e o sumiço da linha anterior, fizemos uma pesquisa junto as redes supermercadistas, e recebemos a informação de que o produto livre de transgênico não mais está disponível para comercialização no mercado brasileiro, ainda que exista procura, devido a aceitação do novo produto e seu menor custo de produção.

Explore o MAXX

Notícias
Nacional

Internacional
Finanças
Política
Justiça
Segundo Caderno
Esportes


Educação
Inovação

Serviços
Barra de Ferramentas

Buscador
Previsão do Tempo
Tradutor
Viagens

Entretenimento
Cultura

Famosos
MAXX FM
Música
Sobre Rodas
Stations (Busca Rádios)

Estilo de vida
Homem

Mulher

Chat
Amizade

Encontros
Livre
Paquera
Sexo (+ 18 anos)
Webmasters
Outras salas

Fale conosco
Atendimento Virtual
Avalie-nos
E-mail

Fone Fácil
Fórum
Reclame Aqui
Redes Sociais

Copyright 2008 - 2017 © Ouni - Todos os direitos reservados.
"O uso desse website significa que você aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade, em especial no que tange ao uso de cookies."

Informações Importantes | Política de Privacidade | Termos de Uso

Vá para o Ouni